Palestra nos ensina. Palmeiras é nossa sina

Imagem: Forza Palestrina / Sergio Ortiz

Quando você não souber o que fazer. Falar. Sentir. Ver. Ouvir. Quando você não souber, creia no Divino. Ele sempre soube.  No Divino que nos Da Guia e hoje completa 74 anos. Por isso liguei para ele antes do jogo e dei meu “obrigado” em vez de parabéns. E nos deu sorte por sempre ele nos dar o certo. Por isso acredito nos santíssimos que nos guardam e nos defendem. No menino Jesus. Dádivas que nos tiram dúvidas. Se parece piada sem graça de Dedé e trapalhada de Didi, dá pro Dudu. Doa a quem do ar dá graça.


Ainda mais no dia da festa do Divino. Tinha de ser Dudu. Fiel parceiro. Ou muito melhor. Leal companheiro das Academias. Treinador em 1976 do último título do Divino Ademir que pendurou as chuteiras em um Dérbi no Morumbi, em 1977. 25 dias antes do rival onde jogou o pai dele terminar 22 anos de angústias.


Quando Ademir jogou, de 1961 a 1977, o time paulista do pai dele não foi campeão. Quando Ademir parou, o time do Divino só voltou a ser campeão quando ele voltou ao Morumbi. Naquele junho de 1993. Dia dos Namorados. Dia da Paixão Palmeirense.


Quem crê no Divino não crê em coincidências. Apenas reincidências. As meias brancas no Dérbi. Os pênaltis de São Marcos e do servo de Deus Prass. Um gol de vitória onde só achávamos derrotas. Ainda não está pronto. Longe disso. Mas o Rosário do time do Divino não é milagre. É Palmeiras. De volta pra perto do que é sagrado

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