Pra tirar o “chapéu”! Três anos de Dudu!

Por: Marcela Azevedo Fotos: Sergio Ortiz / Forza Palestrina

Após alguns anos com times poucos competitivos e não ganhando títulos, o Palmeiras voltou a ser o Palmeiras da “linha atacante de raça”. Voltou a disputar títulos e o melhor: a ser campeão.

Com a “quase” descida em 2014, ouvimos que de 2015 não passávamos e iriamos “amargurar na série-B”. Mas o que ninguém esperava era a volta por cima do Alviverde Imponente e assim fizemos. Fizemos boas contratações, mas o nosso sonho de consumo jogava no Grêmio e estava sendo disputado por mais dois paulistas.

SERÁ QUE VENCERIAMOS ESSA?

O nome dele você sabe muito bem: Eduardo Pereira, o pequeno notável. O que acontece é que no dia 6 de janeiro de 2015, alguns veículos de comunicação fizeram manchetes onde o título era “Corinthians vence disputa com São Paulo por Dudu”, nas manchetes falavam até que o empresário do menino Dudu havia confirmado o acerto com o clube, ok!

Nós queríamos muito a presença dele no Palmeiras, mas se já estava tudo certo com o nosso maior rival, fazer o que?

Mas o que ninguém esperava era uma reviravolta e uma ultrapassagem gigante do maior campeão nacional na busca por Dudu e no dia 11 de janeiro de 2015, os mesmos veículos que anunciavam Dudu no nosso rival, tiveram que fazer uma nova matéria onde o título era “Palmeiras surpreende e fecha com Dudu, sonho de timão e São Paulo”…

Caros amigos, não liguem quando nossos rivais zombarem e falar que a gente comemora “Chapéu”, porque não comemoramos isso. No fundo, todos queriam comemorar a chegada de Dudu no seu clube, mas só a gente tem esse gostinho e se torna muito melhor ao saber que foi em cima deles.

Na verdade, a gente comemora a presença do nosso capitão, que no Paulista do ano em que chegou, foi esquentado e fez a gente passar raiva SIM. E muitos questionaram “Será que valeu esse investimento?”

Mas passou. Passou a raiva e também o pavio curto do nosso menino (nem sempre). E aí tivemos inúmeros motivos para comemorar: a gente comemora os gols, a raça, a luta e tudo mais que ele faz pelo Palmeiras. A gente comemora vendo até mesmo as fotos dos filhos dele com o uniforme do nosso Palestra ou quando eles estão cantando o hino, independentemente de onde seja. Até mesmo em dias de folga ou férias, Dudu está com os “Duduzinhos” e o Palmeiras está sempre presente, seja na roupa, no boné ou acompanhando os jogos de categorias abaixo do profissional.

Comemoramos a raça de 2015 na Copa do Brasil e aquele gol no Allianz que levava o jogo para os pênaltis e reacendia em cada torcedor a esperança de ser campeão. E fomos. Com direito a muitas lágrimas e sensação de dever cumprido.

A gente comemora também, o fim do jejum no Pacaembú contra nosso rival, com gol dele e comemoração de “chapéu”. Comemoramos o fim do Jejum de 22 anos amargando na fila de um Campeonato Brasileiro e ele foi fundamental para esse título.

E na data de hoje 11 de janeiro de 2018, faz exatos três anos desde o fechamento do seu contrato e somos gratos por isso. Obrigado pequeno notável por honrar e defender o manto Alviverde. Obrigado por todas as vezes que você chorou em campo, quando você deu raça e mostrou o seu melhor. E a gente já responde “Por nada”, porque sabemos o quão grato você é por estar no Palmeiras.

Você sabe que tem horas que a gente vai te criticar sim, faz parte. O torcedor é isso “razão e emoção” e elas andam lado a lado, ás vezes não medimos isso. Mas a gente “cobra”, pois sabemos o potencial que você tem.

Que 2018 seja tão maravilhoso como foi 2015 e 2016, você sabe que poderíamos ter sido melhores em 2017, né?

Brilhe… brilhe muito esse ano e seremos totalmente felizes. Mas brilhe mais, muito mais. Você é capaz.

E como diria Mc Kekeu na paródia da música dele: “… lá na frente a gente sabia que o nosso chapéu ia aparecer…” e apareceu.

E aparece.

Valeu capita. Obrigado, Dudú.

FELIZ TRÊS ANOS DE PALMEIRAS.